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Universidades, escolas e rankings

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Produzido pela repórter Sabine Righetti, blog esmiúça dados do RUF (Ranking Universitário Folha) e de outras avaliações de educação, além de abordar o que acontece nas salas de aula do ensino infantil à universidade.

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Os CEOs de Harvard, a melhor universidade do mundo

Por Sabine Righetti

O THE (Times Higher Education), responsável pelo principal ranking universitário internacional da atualidade, lançou nesses dias uma classificação das instituições que mais foram CEOs.

Harvard, nos EUA, figura em primeiríssimo lugar. São 25 CEOs. Ao todo, as companhias dirigidas por esses profissionais tiveram receita de US$ 1,5 trilhão.

O resultado é, de certa forma, esperado. Quem estudou em escolas de altíssimo desempenho como Harvard costuma ter uma carreira de sucesso. São profissionais que ocupam cargos de liderança e, em alguns casos, que abrem a própria empresa.

O quanto o que se aprende na universidade influencia a vida e a carreira do aluno, no entanto, ainda é uma incógnita.

Harvard, por exemplo, tem um processo seletivo pesado e costuma selecionar alunos com perfil de liderança e empreendedorismo. Um primeiro passo para formar CEOs?

POR AQUI

No Brasil, a campeã de CEOs no ranking do Times Higher Education é a FGV, com três líderes de empresas.

No RUF (Ranking Universitário Folha), lançado nesta segunda-feira, a FGV também se destaca no indicador de ensino e aparece na liderança do curso de administração — na frente até da USP, classificada como a melhor universidade do Brasil (veja aqui).

Pergunta: instituições renomadas como Harvard (e a FGV) formam mais CEOs porque são muito boas ou os ex-alunos dessas escolas são inevitavelmente mais cotados para as vagas de liderança?

O que você acha?

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