Vamos falar sobre educação?

Sabine Righetti

Bem vindos ao Abecedário, o novo blog da Folha sobre educação.

A ideia aqui é debater o que diz respeito ao universo do ensino. Escolha da escola, formação de professores, qualidade da educação, avaliação de ensino, rankings universitários nacionais e internacionais, políticas de educação e outros tópicos que os leitores trouxerem.

Vamos falar com estudantes, professores, especialistas em educação, gestores e com quem mais nos ajudar a discutir o tema.

O blog surge no dia do lançamento da segunda edição do RUF (Ranking Universitário Folha), uma iniciativa que avalia as 192 universidades brasileiras e os 30 cursos com mais matriculados no país, como administração, direito e medicina.

O RUF traz o levantamento de dados públicos de educação e duas pesquisas feitas pelo Datafolha. Para a edição lançada hoje, foram cerca de dez meses de trabalho.

O Abecedário vai esmiuçar esses dados levantados pelo RUF. São números sobre produção científica nas universidades, qualidade de ensino e inovação.

O blog também vai se debruçar sobre outras bases de dados que tragam um raio-x do que acontece nas salas de aula Brasil afora. Quanto mais insumos tivermos, mais ricas serão as nossas discussões.

Entre, leia, comente e mande sugestões!

Comentários

  1. Senhores. Parabéns pela iniciativa, pois este país realmente precisa de educação.
    Espero que este canal permita uma visão menos deturpada da realidade em comparação ao que temos observado por ai, e por que não dizer, por aqui também.
    Apenas como sugestão, comecem pelo princípio da educação, uma relação entre a familia e a sociedade, e não apenas uma responsabilidade da escola e dos professores, depois passem pelos professores, aqueles que na década de 40 tinham um salario igual ao de um juiz, pois a formação de ambos é semelhante, e comparem com a de hoje,e finalmente vejam quem esta dando aulas, temos advogados dando aulas de portugues, arquitetos dando aulas de ingles, engenheiros dando aulas de matematica, e eu jamais vi um professor assinando plantas, exercendo a advocacia ou construindo prédios, apesar de crer que se assim o fizesse, muitos dos que cairam continuariam em pé.
    Se querem crucificar um profissional, que sejam quem de direito, e não o professor (e neste caso, aquele que estudou para ser professor e não os ” tampa buracos” que estao atuando).
    Vamos corrigir, tudo bem, entao vamos começar de maneira correta. O que nós queremos para o futuro destas crianças ? só assim poderemos determinar o que fazer e para onde ir. Caso contrario, a escola continuará apenas um depósito de corpos dos filhos de trabalhadores nos periodos em que estes estão produzindo algo…

  2. Bom dia! Ilustre senhora, quero lhe parabenizar pelo desafio de assinar um Blog e principalmente sobre educação!
    Gostaria se possível que colocasse em pauta a questão da (Educação Cultural), acho que só no Brasil, ela não é vista como educação! E aproveitando o espaço, dizer o quanto é difícil levar um espetáculo em uma instituição que a direção e os educadores mão sabe como receber um peça teatral profissional! obrigado e aguardo seu contato em meu email! Atenciosamente, Vital Ben Waisermman, Ator, palestrante e professor, São Paulo-SP.

  3. A Educação Superior no Brasil precisa ser discutida com mais profundidade. Observamos os resultados do RUF e percebemos a presença relevante das Instituições Públicas e das Instituições Confessionais. Onde está a participação das privadas nos indices de professores doutores, inovação, tempo integral, pesquisa? Só as públicas e confessionais (comunitárias) tem a obrigação de pesquisar?

  4. oi Sabine, concordo com o Ailton e acho que seria muito elucidativo focar uma série sobre a educação, do ponto de vista do núcleo familiar. Essa é uma lacuna muito grande. Depois, sugeriria que fossem abordados os aspectos da carreira docente em nível superior, pois muito professores ganham um valor ridículo de hora-aula e ainda tem que preparar aulas, escrever artigos e orientar alunos e a remuneração é incompatível com a carga e importância do trabalho docente em si, e mais ainda, com os valores cobrados nas mensalidades dos alunos. Existe aí uma caixa preta que precisa ser descortinada e espero que você e a equipe da Folha Educação possam ir a fundo nisso. Desejo sucesso e longa vida ao blog, vamos acompanhar! Abraços, Marcus.

  5. Olá, Sabine, tudo bem?
    Parabéns pela iniciativa do Blog. É realmente uma ótima oportunidade para se discutir educação.

    E como sugestão gostaria de te trazer um problema que encontrei na universidade onde estudo, a Unifesp, onde o meu curso superior foi considerado pelo mercado como o melhor, graças à história e tradição da Escola Paulista de Medicina.

    Porém, eu temo que essa tradição esteja por um fio. Desde 1996, segundo alguns professores, a dependência de disciplinas foi extinta e abolida sumariamente por esta faculdade. Há casos exorbitantes e REAIS de alunos que ficarão seis meses parados, sem ter o que estudar, em virtude desta incompetência. Sem contar nos inúmeros transtornos psicológicos e financeiros que são causados aos alunos, que chegam a esperar um ano para cursarem o que foram reprovados.

    Em certos cursos, como Engenharia, a dependência de disciplinas é algo tão comum que sua inexistência chega a ser assombrosa. Algo precisa ser feito e denunciado em relação a isso, para que a reputação do Ranking da Folha se mantenha sem erros. É inimaginável que a Unifesp se encontre em tão alto patamar quando pequenas estruturas ditadoriais permanecem usurpando a função pública da instituição, que é gerar e resguardar o conhecimento produzido aqui, no Brasil.

    É realmente um tema que dá muito pano pra manga. As denúncias são graves demais para não serem averiguadas. Estou a disposição.

  6. Olá, Sabine! Desejo sucesso na iniciativa. Gostaria que o tema Educação Infantil fosse abordado. Antes, a referida “pertencia” a área de Assistência Social. Muito recente, passou a integrar a Educação Básica. Mais pesquisas e informações são de muita relevância para todos. Aguardo.

  7. My brother suggested I might like this blog. He was entirely right. This post actually made my day. You cann’t imagine simply how much time I had spent for this info! Thanks!

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